Breves

Devido aos costumeiros “afazeres sociais” desta época tenho estado afastado deste blog. Por isso vou fazer apenas umas pequenas observações para por a matéria em dia.

Liverpool

Não havia dúvida nenhuma que ia calhar um adversário complicado fosse ele qual fosse. Mas a confiança está em alta como mostra a elevada afluência dos benfiquistas às bilheteiras que esgotaram os ingressos em tempo recorde. E ainda cheguei eu a ponderar ir ver o jogo mas nem tempo para isso tive. Eu digo que o Benfica tem condições para ganhar o jogo.

Campeonato
Duas vitórias tangenciais mantêm o Benfica na corrida pelo título. Os lances polémicos do jogo com o Nacional já foram mais que discutidos mas mesmos assim o Benfica no jogo do deve e do haver ainda está com saldo negativo.

A vitória de hoje contra o Setúbal é incontestável. Apesar de ser provável que muita gente de pala nos olhos ainda vá tentar afirmar que o golo de Nuno Gomes não é limpo. É limpo e é um excelente golo. Natal tranquilo na Luz.

Venha o Diabo e Escolha

Juventus, Arsenal, Barcelona, AC Milan, Lyon, Liverpool e Inter. Com adversários deste calibre nem vale a pena estar a escolher. Não vai ser uma eliminatória fácil qualquer que seja o oponente ditado pelo sorteio de amanhã. Mas quem derrota o Manchester United da maneira como o Benfica derrotou não tem razões para ter medo de nenhuma equipa, por isso que venha Juventus, Barcelona ou Milan que cá estaremos para lhe tratar da saúde.

Champions League

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Que grande final! A minha equipa italiana preferida de um lado, a minha equipa inglesa preferida de outro. Talvez pelo seu estatuto de “underdog” eu preferisse uma vitória do Liverpool. Mas também não me importaria se a vitória sorrisse ao Milão e a Rui Costa.

Depois um hino ao futebol. 45 minutos para cada equipa mostrar o melhor que sabe fazer. Poucos acreditariam que depois de o AC Milan chegar ao intervalo a vencer por 3-0 (excelente o golo de Crespo) o Liverpool ainda chegaria ao empate e levaria o desempate para os penaltis.

Nos penaltys foi a vez de Dudek, com a sua “dança” em cima da linha final (apesar de em dois penaltys que defendeu ter saído da linha final antes de o adversário tocar na bola), entregar a taça ao Liverpool, vinte anos depois.