Notas sobre a Supertaça 2015

Estou a escrever este post às 10h de segunda-feira. Espero que, nesta altura, Rui Vitória esteja já no Seixal a decidir uma ideia de jogo para o Benfica. Porque ontem viu-se que ainda não a tem.

Percebo que se esteja a tentar manter o 4-4-2 do Jorge Jesus para não fazer mudanças bruscas. Mas acho que é um erro andar no limbo entre uma táctica e outra.

Apesar de todo o alarido que se fez por causa do Jorge Jesus, uma Supertaça é só uma Supertaça. É um título, claro, mas o menos importante da época.

Rui Vitória bem ao deixar o Jorge Jesus a falar sozinho.

Apesar do mau início (pré-época e Supertaça) ainda é muito cedo para conclusões. Não vejo razões nenhumas para deixar já de ter confiança no treinador do Benfica.

Na época passada deu para ver que Talisca não tem capacidade para jogar a 8. Agora, estou convencido que nem a 8, nem a 10, nem em nenhuma posição em que seja preciso ter a bola nos pés e decidir o que fazer com ela. A única posição em que pode jogar e onde rende é a segundo avançado, mas aí o lugar é de Jonas. Para já, banco.

Bem perdida

Simples, foi um caso típico de não jogar nadinha. Jorge Jesus também esteve mal, inventou no sentido de ter feito a pré-época a preparar um esquema táctico e de ter ido para o jogo com a táctica da época passada. Táctica que no ano passado funcionava muito bem, e este ano também poderá render o mesmo, mas o problema é que sem substitutos para Di María e Ramires é mais complicado.

Foi um mau jogo mas não fico preocupado com o resto da época. O Benfica tem a melhor equipa do campeonato.